Confira 5 dicas e cuidados essenciais para evitar se endividar ainda mais ao usar crédito para sair das dívidas.
Quando as despesas passam a ser maiores do que os ganhos, muitas pessoas enxergam no crédito uma das poucas saídas para pagar as contas. No entanto, é justamente nesse momento de aperto financeiro que mora o maior perigo. Afinal, quem empresta dinheiro cobra juros, e esses juros acabam se tornando um novo custo para você ou para sua família.
Por isso, antes de tudo, é essencial planejar o pagamento das dívidas. Analise com calma o valor total, as taxas envolvidas e, principalmente, quantas parcelas cabem no seu orçamento mensal.
1. Juros podem virar uma bola de neve
Primeiramente, é preciso entender que alguns tipos de crédito se transformam rapidamente em uma verdadeira bola de neve. Isso acontece porque, no Brasil, as taxas de juros são extremamente altas.
Por exemplo:
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Cheque especial: média de 8% ao mês
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Cartão de crédito: média de 12,5% ao mês
Dessa forma, uma dívida pequena pode crescer rapidamente e se tornar impagável se não houver controle.
2. Calcule o tamanho real da dívida
Embora pedir crédito seja fácil, difícil mesmo é pagar depois. Por isso, antes de assinar qualquer contrato, avalie cuidadosamente:
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Taxas de juros
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Valor total a ser pago
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Quantidade de parcelas
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Encargos adicionais
Além disso, verifique se todas as cobranças estão claras no contrato. Caso contrário, cobranças indevidas podem surgir futuramente.
3. Busque empréstimos mais baratos
Sempre que possível, pesquise alternativas com juros menores. Em alguns casos, empréstimos com parentes ou familiares podem ser uma opção, já que normalmente não envolvem juros.
Por outro lado, se a dívida estiver no cartão de crédito ou no cheque especial, considere trocar por uma linha mais barata, como o crédito consignado, que costuma ter taxas menores.
Assim, você quita a dívida mais cara e passa a pagar uma nova, porém mais controlada.
4. Renegocie sempre que puder
Outra alternativa importante é a renegociação. Com os valores em mãos, volte ao credor e solicite:
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Descontos
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Redução de juros
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Ampliação de prazos
Lembre-se: o credor tem interesse em receber, portanto, negociar pode trazer condições muito mais vantajosas.
5. Eduque-se financeiramente
Depois de enfrentar dificuldades para quitar dívidas, não repita os mesmos erros. Evite gastar toda a renda logo no início do mês e fuja de compras por impulso.
Sempre que precisar adquirir algo:
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Planeje
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Economize
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E, se possível, pague à vista
Além de evitar juros, o pagamento à vista costuma render bons descontos.
Estabilidade financeira exige planejamento
Em um cenário econômico instável, pagar impostos, contas fixas e despesas extras realmente não é fácil. Ainda assim, a melhor forma de manter estabilidade é o planejamento financeiro mensal.
Inclua no controle:
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Contas fixas
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Gastos variáveis
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Lazer e pequenos extras
Por fim, é importante ter em mente que, quando a situação aperta, só existem dois caminhos: ganhar mais ou gastar menos.
Conclusão
Em resumo, o crédito pode até ajudar em momentos específicos, porém, se mal utilizado, pode agravar ainda mais as dívidas. Portanto, planeje, renegocie e busque educação financeira para evitar novos problemas.
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